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13/10/2014 - Exército alinhará normas que regem Atiradores, Colecionadores e Caçadores à política nacional de desarmamento
Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line
Exército alinhará normas que regem Atiradores, Colecionadores e Caçadores à política nacional de desarmamento
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Esse dia chegaria, era mais do que previsto. Embora durante anos muitos acreditaram que estariam a salvo da sanha desarmamentista essa dúvida deve ter desaparecido para qualquer um que tenha comparecido às reuniões convocadas pela DFPC para “debater” as modificações nos critérios para concessão e renovação de CRs.

Representando o Movimento Viva Brasil estavam presentes, no último dia 9, Bene Barbosa, presidente do MVB, o nosso diretor jurídico Daniel Fazzolari e nosso sócio fundador José Luis de Sancts e todos foram testemunha do que nos espera: mais restrições.

Em apresentação feita para todos os presentes ficou claro o real motivo das modificações: filtragem. Ou seja, querem impedir que aqueles que optaram pelo CR, de forma absolutamente legal, para ter uma ou mais armas de fogo sem intenção de se tornar um atirador competitivo, ou como eles mesmos denominaram, um atirador formal de auto desempenho, terão seus CRs não renovados.

Mostraram entre outras coisas o crescente número de pedidos de novos CRs e afirmaram que isso causou um enorme gargalo em todos os processos geridos e para que isso volte a ocorrer (lembrem-se que novos CRs estão suspensos até janeiro do ano que vem) é necessário desestimular e até impedir a tal migração de quem tendo negado o seu pedido pela PF resolve tentar pelo Exército.

Causou espanto aos presentes a utilização de uma reportagem - de um desses programas policiais bem sensacionalistas - para explicar que os bandidos conseguem suas armas ou perlo contrabando ou armas roubadas do cidadão. Sim, isso mesmo que você acabou de ler. Sem qualquer rodeio e sem nenhum critério científico ou comprovação por dados, mais uma vez os CACs foram acusados de serem fornecedores de armas para os criminosos!

Nem mesmo os policiais escaparão pois a DFPC vai oficiar todas as secretarias de segurança e DPF que nenhum policial que tenha tirado o CR de colecionador para incluir armas como o AR-15 e outras poderá portar essas armas em serviço ou fora dele. Citou especificamente os grupos da Polícia Civil de São Paulo.

Abaixo algumas propostas apresentadas e que sabemos já estão sendo dadas como aprovadas:

Criação de níveis para atiradores indo do nível I até o nível III, com sérias restrições aos níveis iniciais e com obrigatoriedade de comprovação em treinos e provas para renovação do CR;

Extinção do CR de “Caçador” uma vez que não existe caça no Brasil sendo substituído por algo como pessoa física registrada no EB com o objetivo de abate de controle. Restrição de apenas 4 armas apostiladas e apenas 500 cartuchos por ano;

O colecionador deverá apresentar um “plano de colecionamento” justificado e - prestem atenção nisso! - o conceito de coleção é que tenha função SOCIAL, ou seja, em algum momento essa coleção precisar ir para uma entidade pública ou privada onde possa ser observada pela comunidade.

A tão falada e prometida agilidade de fato deve ocorrer, não com a implementação de processos ou ampliação da estrutura dos SFPCs, mas sim com a drástica diminuição de CRs.

O alinhamento com a ditatorial política nacional de desarmamento ficou claríssima, transparente e impossível de ser negada. Nos restará a via judicial e a modificação da lei atual. Até quando os Atiradores Esportivos e Colecionadores de armas ficarão à mercê de humores e interpretações daqueles que possuem o poder da caneta? Seria a hora de discutirmos a criação de uma lei que garanta os direitos dos chamados CACs? Vários deputados federais já se colocaram à disposição do MVB para isso.

Filie-se ao MVB e ajude-nos em mais esta luta em defesa dos seus direitos!

www.mvb.org.br/colabore
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