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28/12/2015 - Não, eu não sou candidato e explico o porquê.
Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line
Não, eu não sou candidato e explico o porquê.

Já começo me desculpando pelo textão, mas é necessário para explicar, em definitivo, algumas coisas importante.

Faz tempos que eu estou para escrever sobre isso - já falei em algumas entrevistas e hangouts sobre o tema - mas sempre sou vencido pela preguiça e por assuntos mais urgentes. Recebi um telefonema hoje que me deu um empurrãozinho neste sentido, assim, guardarei com carinho esse texto, pois ele será útil muitas vezes. Vocês entenderão o motivo abaixo. Preparados? Vamos lá!

Não, eu não sou filiado ao NOVO!

Primeiramente gostaria de esclarecer que ao contrário do que andam afirmando pelo submundo armamentista, não, eu não sou filiado ao NOVO. Tenho grandes amigos e pessoas que admiro por lá, entre eles o Rodrigo Constantino, o Joao Dionisio Amoedo e o Roberto Motta, isso para citar apenas três que eu conheço, mas não sou filiado e eles podem prontamente atestar isso. Sim, apoio o NOVO desde sua fase embrionária por motivos absolutamente factuais. O NOVO é o único partido que nasce NÃO sendo de esquerda e - no meu caso, principalmente - é o primeiro partido a OFICIALMENTE se posicionar FAVORÁVEL à posse e porte de armas pelo cidadão. Disso a ser filiado há uma distância abissal, porém, friso: o motivo d'eu não ser filiado a NENHUM partido (e nunca fui!) é puramente PRAGMÁTICO e o dia que isso mudar eu não teria NENHUM pudor em me filiar, por exemplo, ao NOVO. Resumindo: refuto o boato de minha filiação ao NOVO não por ser uma ofensa ou algo que me denegrisse, refuto apenas e tão somente por ser MENTIRA. Entendidoaqui? Não? Leia novamente antes de continuar.

Os motivos!

O que eu poderia fazer a mais ou melhor do que eu faço hoje se fosse partidário, candidato ou até mesmo Deputado Federal? Essa é uma pergunta recorrente que eu mesmo me faço com certa frequência e entanto a resposta for NADA, não serei partidário, nem candidato. Simples assim!

Há uma ideia recorrente que para fazer BOA política é necessário SER político (no sentido eleitoral da coisa) e isso não passa nem perto da verdade. Se eu abandonasse essa posição apartidária, hoje, o que aconteceria? Eu perderia mobilidade entre os partidos, entre os deputados e passaria a ser "concorrente" de muitos que hoje me apoiam. Por exemplo, em São Paulo, eu poderia, pelo menos em tese, tirar votos de gente como Eduardo N. Bolsonaro, Nelson Marquezelli, Milton Monti, Guilherme Mussi, Arnaldo Faria de Sá, Major Olímpio, entre outros, que apoiam a nossa luta em Brasília.

Outro ponto importante é poder dar apoio e porradas quando são necessárias, independente de partido. Da mesma forma que pouco tempo atrás teci duras críticas a um membro do NOVO por ter se posicionado em favor do desarmamento no Brasil, não pude deixar de elogiar um deputado petista do Rio Grande do Sul quando o mesmo retirou um projeto de lei que acabava com a recarga de munições para os atiradores esportivos. Esse trâmite “livre” é responsável por uma das coisas mais importantes de todas: conhecer a política! Não estou falando em política teórica, tratados e outros escritos. Estou falando de política como ela é, como ela acontece na prática. Esse conhecimento só é possível graças à confiança que anos de trabalho apartidário me deram. Muitas vezes deixei de elogiar ou de bater em determinados políticos simplesmente por saber o que estava por trás do seu posicionamento. E quando eu digo “por trás” não estou falando de conchavos e acertos escusos e sim de questões puramente políticas, citando Otto von Bismarck: política é a arte do possível.

O boato que eu serei candidato e, portanto, sempre quis apenas o seu voto (huahuahuahuahua - risada maligna) se repete com certa frequência, mormente quando chegamos perto de anos eleitorais. Isso acontece a, deixe-me ver... uns 20 anos! Que raio de candidatura é essa que nunca sai? Este ano a mesmice do "Não confie no Bene, ele só quer ser eleito deputado federal” chegou mais cedo e partiu das bandas do Centro-Oeste Brasileiro. O único incômodo que isso me traz é o fato de ser mentira, só isso.

Engraçado a posição de alguns que vivem gritando que não são representados e quando aparece alguém que poderia ser esse representante, imediatamente, muda o discurso para o velho “estão vendo, só queria ser eleito”. E eu não estou falando sobre mim, mas sim sobre alguns amigos que estão saindo candidatos e estão “sofrendo” com essas “acusações”. Patético...

Para encerrar esse textão, resumo: Não sou candidato, não sou filiado a nenhum partido e continuarei fazendo política.
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